Tradução de artigo - Aquecimento Ruby: “De onde veio esse método?”
Russ Olsen iniciou uma série de artigos sobre Ruby em seu blog Technology As If People Mattered. Russ é o autor do livro Design Patterns in Ruby, já em pré-venda, à ser lançado em breve pela Addison-Wesley.
Conversei com Russ e pedi autorização para traduzir seus artigos, pois acredito que o conteúdo é muito bom e merece ser compartilhado no comunidade brasileira. Ele foi muito receptivo e autorizou sem problemas. Então, vamos ao artigo…
Símbolos do Ruby
Vi ontem no blog do Satish Talim e o Akita acaba de publicar em seu blog um artigo especial que ele escreveu sobre os símbolos do Ruby, algo que parece totalmente alienígena para programadores de outras linguagens iniciando em Ruby, mas é simples e muito útil.
Em inglês: http://rubylearning.com/blog/2007/11/26/akitaonrails-on-ruby-symbols/
Em português: http://www.akitaonrails.com/2007/11/26/ruby-symbols
Aproveitem também para baixar a apostila de Ruby do Satish e entrar no fórum do site. É mais uma boa fonte para aprender Ruby.
Blocos no Ruby
Ao iniciar em Ruby, uma das coisas que pode ser difícil de entender é o conceito de blocos (ou, funções anônimas) e, principalmente, como utilizá-los de forma eficiente.
Recentemente, encontrei três bons artigos sobre o tema:
Understanding Ruby blocks, procs and methods
Lançado NetBeans IDE Beta 2
Como já disse anteriormente aqui, o NetBeans está com uma ótima integração com Rails. A versão full (Java, Ruby, C++, UML etc) fica um pouco lenta no Windows (no Linux e no MacOS X roda bem) e, por isso, recomendo baixar apenas a versão para Ruby.
Veja mais informações no site oficial.
Ruby “gotchas”
Para quem está migrando dos mundos Java ou .NET, Ruby reserva algumas surpresas. Como estamos acostumados a linguagens estáticas e outros detalhes como declaração de variáveis e tipos primitivos, acabamos caindo nessas “pegadinhas” algumas vezes.
Veja alguns exemplos:
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Herança no Ruby
Um dos conceitos base da programação orientada a objetos, a herança permite que o programador crie uma classe (classe filha, derivada ou subclasse) que é um refinamento ou uma especialização de outra classe (classe pai, base ou superclasse).
Ruby permite herança simples, isto é, uma classe pode herdar os atributos e métodos de apenas uma única outra classe. Algumas linguagens, como Python e Eiffel, permitem herança múltipla. Ruby suporta também o conceito de Mixins.
Vejamos um exemplo simples da aplicação de herança no Ruby:
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NetBeans lança Beta 1 da nova IDE
Para mim, a melhor IDE para desenvolvimento em Rails no momento.
Link: http://www.netbeans.org/community/releases/60/index.html
Links interessantes
Popularity, por Brian McCallister: porque muita popularidade, em tecnologia, faz mal.
Configurando um console drop-down (estilo Quake) no Windows.
Superators: adicione novos operadores ao Ruby.
iPod Touch =D
Expressões Regulares em Ruby
Expressões regulares são uma verdadeira “mão na roda” para qualquer desenvolvedor. Seja para editar código-fonte ou para facilitar alguma tarefa repetitiva de uma aplicação, esse recurso está sempre presente.
Até algum tempo atrás, achava que expressões regulares eram grego. Mas minha curiosidade não me deixou em paz e resolvi aprender sobre o assunto. Para minha surpresa, expressões regulares são bem fáceis de aprender.
Ruby faz ótimo uso das expressões regulares. Em Ruby, uma expressão regular (ou pattern, ou padrão) é delimitada por barras (”/”), da seguinte maneira: /^\w{8,15}$/ (que significa: permitir apenas letras, números e underscores. No mínimo 8 e no máximo 15 caracteres).
Vamos agora à alguns exemplos práticos.
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IDEs e editores para Ruby on Rails
Uma das primeiras “preocupações” de um desenolvedor é a IDE ou editor a ser utilizado no trabalho com uma linguagem/framework.
Em praticamente dois meses de Rails, testei diversos editores e algumas IDEs e, finalmente, fiz a minha escolha: NetBeans 6.0. Ainda em desenvolvimento, é a IDE com a melhor integração à Rails que utilizei (testei, também, Eclipse, RadRails, jEdit e Komodo IDE).
Essa IDE incorpora ao desenvolvimento Rails muitas coisas que desenvolvedores Java e .NET costumam utilizar: debug completo (breakpoints, watches), code completion, syntax highlighting, inline documentation, integração com SVN, boa extensibilidade com plugins, code folding etc.
Além disso, possui integração muito boa com tasks do Rake e gerenciamento de RubyGems, entre outras coisas interessantes, como os famosos “bundles” do TextMate.
Para uma boa visão geral dos recursos disponíveis no NetBeans 6.0, incluindo screenshots, visite http://www.lifeonrails.org/2007/8/30/netbeans-the-best-ruby-on-rails-ide
Conheci o NetBeans quando estava na versão 4.0, mas preferia o Eclipse para desenvolver em Java. Porém, a versão 6 do NetBeans está muito (muito, mesmo) melhor do que as anteriores.
No entanto, há pessoas que preferem utilizar um editor de texto com alguns recursos a mais, argumentando que “economiza memória” (o que é algo estranho: seu computador tem 1, 2 ou 3 gigabytes de memória e você não quer utilizar uma IDE porque ela ocupa 100 megabytes… alguns chamam isso de desperdício). O editor mais conhecido no mundo Rails é o TextMate, disponível apenas para os felizes proprietários de um Mac.
Para os pobres mortais, há algumas boas opções. Para Windows: E-TextEditor (um “clone” do TextMate para Windows) e Intype. Para Linux, gosto muito do Scribes. Uma boa opção para ambas as plataformas é o SciTE, que eu utilizo para edições rápidas e testes, quando não preciso de uma IDE completa rodando. Há ainda várias outras opções como NotePad++, UltraEdit, Vim, Emacs…
Fica claro que isso é uma questão de gosto e adaptação. Minha recomendação para quem está buscando uma IDE para Rails é olhar atentamente para o novo NetBeans e avaliar seu uso por um tempo. Estão fazendo um ótimo trabalho visando usabilidade em primeiro lugar e, como sabemos, isso costuma dar bons resultados.